O Instituto Vai Mas Não Vai é uma referência cultural no cenário das quadrilhas juninas do Entorno do Distrito Federal. Fundado no ano 2000, na cidade de Luziânia (GO), o grupo nasceu com o objetivo de valorizar as tradições nordestinas e o folclore brasileiro por meio da dança, da música e da arte popular. Ao longo de seus 25 anos de história, a quadrilha cresceu, se profissionalizou e hoje se consolida como um importante agente de transformação social e cultural.
Mais do que um grupo de apresentações, o Instituto Vai Mas Não Vai atua como um verdadeiro polo de formação artística e inclusão social. Por meio de oficinas gratuitas, o Instituto promove atividades de dança, expressão corporal, corte e costura, artesanato, maquiagem artística, cabelo, elaboração de figurinos, música e audiovisual, envolvendo crianças, jovens e adultos de diferentes comunidades da região.
Suas apresentações são marcadas por coreografias vibrantes, figurinos criativos e uma forte identidade cênica, que une o tradicional ao contemporâneo. A cada temporada, o Instituto desenvolve espetáculos temáticos que encantam o público e elevam a qualidade das festas juninas da região Centro-Oeste.
Em 2024, o grupo conquistou o primeiro lugar no Grupo de Acesso do Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), reafirmando seu talento e comprometimento com a excelência artística. Esse reconhecimento se soma à certificação recebida do Ministério da Cultura, que reconhece o Instituto Vai Mas Não Vai como patrimônio vivo da cultura popular brasileira.
Com forte presença nas redes sociais e participação ativa em festivais, editais e políticas públicas de cultura, o Instituto Vai Mas Não Vai é exemplo de como a arte pode educar, empoderar e transformar realidades.
O Instituto Vai Mas Não Vai tem como missão preservar, promover e reinventar as tradições das festas juninas brasileiras, utilizando a arte e a cultura popular como ferramentas de transformação social. Por meio de ações formativas e inclusivas, buscamos valorizar talentos locais, fortalecer identidades culturais e criar oportunidades para crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade, contribuindo para uma sociedade mais justa, criativa e consciente de suas raízes.